
Olá queridos leitores, bem vindos de volta! Estou muito feliz pois fevereiro está sendo um mês fantástico aqui na Antibiblioteca. Além de realizarmos nossa primeira palestra, tivemos um enorme crescimento de visitantes! Muito obrigado!!
Vamos continuar com nossa série sobre estágio? Já estamos no mês 8, e é hora de falar de hábitos!
Vocês sabiam que 98% das pessoas fazem resoluções de início de ano? As mais típicas são perder peso, trocar de emprego e economizar dinheiro. Porém, apenas 4% cumprem as metas estabelecidas. Algo errado aqui? Com certeza!
E será que o problema está na meta? Muito difícil de ser atingida? Não… o problema está no método. Toda mudança é difícil, especialmente aquelas que mexem com aspectos fundamentais do nosso dia-a-dia, como alimentar-se, horários, exercícios. Aquelas mudanças que mexem com nossos hábitos.
E é por isso que Charles Duhigg se tornou um bestseller. Ele escreveu O Poder do Hábito, aonde nos ensina um método de como executar uma mudança sobre algo fundamental em nossa vida. Ele inicia explicando de onde vem os hábitos e por que é tão difícil muda-los. Nos presenteia com o método. E nos conta histórias reais de mudanças – e de não mudanças – e por que elas aconteceram ou não.

Once you know a habit exists, you have the responsibility to change it . . . others have done so . . . That, in some ways, is the point of this book. Perhaps a sleep-walking murderer can plausibly argue that he wasn’t aware of his habit, and so he doesn’t bear responsibility for his crime, but almost all of the other patterns that exist in most people’s lives — how we eat and sleep and talk to our kids, how we unthinkingly spend our time, attention and money — those are habits that we know exist. And once you understand that habits can change, you have the freedom and the responsibility to remake them. Once you understand that habits can be rebuilt, the power of habit becomes easier to grasp and the only option left is to get to work.
Duhigg faz um brilhante trabalho nos explicando que hábitos são criados desde que nascemos, e que é de nossa natureza – parte de como nosso cérebro funciona e evoluiu – formar processos repetitivos que não demandam nossa atenção plena. Dessa forma, conseguimos executar diversas tarefas e rotinas de forma automatizada e praticamente sem pensar. Quantas vezes nos percebemos escovando os dentes, ou mesmo dirigindo para o trabalho?
E é por esta automatização que os hábitos são tão difíceis de serem mudados. E é aí que o método se encaixa. Ele defende que temos que reconhecer nossos hábitos, entender o que precisamos mudar, e então executar os passos “deixa” – “rotina” – “recompensa”. A “deixa” é aquilo que vai nos lembrar da mudança da rotina. Se temos que correr, deixar o tênis na porta. A rotina é executar aquilo que queremos mudar, no caso correr. E a recompensa é a conclusão, para que o corpo e o cérebro entendam que a mudança é positiva. Após a corrida tomar um suco, ou algo que dê esse prazer final.
Dessa forma, e com a repetição seguida, o novo hábito se estabiliza.

The Golden Rule of Habit Change: You can’t extinguish a bad habit, you can only change it.
Minha avaliação:
Facilidade de leitura: Alto
Tamanho: Médio
Aplicabilidade: Alto
Está disponível em português e em outras línguas, em meios digitais, físicos e em áudio. Também existem diversos sites com dicas de como implementar a metodologia, vai no BING e procura 😉
Já mudei alguns dos meus hábitos, e no próximo post vou contar uma experiência pessoal. Enquanto isso, minha antibiblioteca continua crescendo:
Getting Things Done: The Art of Stress-Free Productivity, de David Allen
Essencialismo, de Greg McKown
Gostou do post? Me diz o que posso melhorar!
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Mindset change is not about picking up a few pointers here and there. It’s about seeing things in a new way. When people…change to a growth mindset, they change from a judge-and-be-judged framework to a learn-and-help-learn framework. Their commitment is to growth, and growth take plenty of time, effort, and mutual support.
Sou apaixonado por esporte. Assisto, pratico, comento, vivo.












Escrever sem dúvida é uma das artes mais nobres e intrigantes. Colocar no papel as suas ideias, seus princípios, transmitir a outros aquilo que te faz pensar. Mostrar em palavras sentimentos, ações, descrições de mundos não imaginados, passado e futuro.